Gostinho de Leitura
Na última terça-feira tive o prazer de acompanhar uma palestra, ou melhor, uma conversa com o escritor Ignácio de Loyola Brandão, na Livraria Cultura. O encontro foi promovido em virtude do relançamento de seu livro mais vendido “Não Verás País Nenhum”. A obra, de 1982, fala de um país super aquecido, com a natureza destruída, sem água, ou seja, o verdadeiro caos.
O mais interessante é que o livro trata de um tema que está em pauta hoje, mas que, há 25 anos, não possuía tanta relevância. Um a zero para o autor.
O mais interessante é que o livro trata de um tema que está em pauta hoje, mas que, há 25 anos, não possuía tanta relevância. Um a zero para o autor.
Brandão é muito simpático e engraçado. Contou os detalhes do processo de criação da obra, revelando como alguns trechos foram construídos e tratando do processo de criação literária em geral.
Para ele, escrever é muito fácil. Realmente, ouvi-lo contar como nasceu cada história me fez pensar: acho que eu posso também. Mas a criatividade do autor é um ponto a mais em suas histórias.
Ele falou da dificuldade em batizar os personagens, por isso anota todos os nomes diferentes que conhece em uma sessão de autógafos em uma cadernetinha. Falou que um nome errado pode destruir o personagem e não convencer o leitor.
Para ele, escrever é muito fácil. Realmente, ouvi-lo contar como nasceu cada história me fez pensar: acho que eu posso também. Mas a criatividade do autor é um ponto a mais em suas histórias.
Ele falou da dificuldade em batizar os personagens, por isso anota todos os nomes diferentes que conhece em uma sessão de autógafos em uma cadernetinha. Falou que um nome errado pode destruir o personagem e não convencer o leitor.
Comentou também sobre os mitos que são criados ao redor do mundo da literatura. Em “Não Verás País Nenhum”, os parágrafos são compostos por 5 linhas. Brandão contou que foram criadas várias teorias sobre o porquê dessas cinco linhas. Com sua simplicidade, ele apenas explicou que dividiu a história em parágrafos de cinco linhas porque achou “bonitinho”.
Fiquei com muita vontade de ler a obra. Assim que eu terminar “A Menina que Roubava Livros”, que estou lendo agora, vou correr atrás de “Não Verás...”
Fiquei com muita vontade de ler a obra. Assim que eu terminar “A Menina que Roubava Livros”, que estou lendo agora, vou correr atrás de “Não Verás...”


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